Contudo que ostenta a minha amarga face,
Em meu mundo a internalização de meu ser.
No meu sentir um tão pulsar impulsivo
E o mar de ressentimentos
Que o encantar de tolos sustenta.
A poesia é sangue e por isso meu corpo a tem,
A poesia é alma e tão por isso hei de retê-la.
Mas há no preço da poesia a nossa alcova
E a grandeza fútil que aos anormais na vida vaga,
Mas que os leigos do capitalismo não sorverão.
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